Artigo

Analisando

24 Agosto 2017 11:05:00

Por: Jeter Reinert Sobrinho

DILMA NA TOMADA ELÉTRICA

Posição de Dilma, Lula e demais setores da esquerda em relação à intenção do Governo de promover a desestatização da Eletrobrás, deixa exposto o pensamento dos propagadores e defensores do atraso.

Aliás, Dilma é o melhor emblema de que o setor precisa ser privatizado.

Em seu governo o PMDB de José Sarney fez festa no setor elétrico. Com Edison Lobão, preposto do ex-presidente no Ministério das Minas e Energia, o partido se associou ao PT e dividiu milhões em propina na construção da usina hidroelétrica de Belo Monte, por exemplo.

Dilma usou o setor elétrico para se reeleger e segurar a inflação, numa redução irresponsável no preço das tarifas que deixou um rastro de prejuízo à Eletrobrás de R$ 30 bilhões.

As estatais brasileiras, nos conta a história e, agora mais recente a Lava Jato, tem sido antro de corrupção, apadrinhamento político e nomeações de compadrio, que tem, invariavelmente, trazido prejuízos bilionários ao país, aliados à prestação de serviço de qualidade medíocre.

DITADURA DE CENTRO ESQUERDA

Aliás, foi durante o regime militar (1964-1985) que a estatização da economia brasileira experimentou seu maior incremento, com a criação pelos governos federal e estaduais de um grande número de empresas estatais, que, por sua vez, criavam subsidiárias. O número de empresas estatais criadas nesse período se aproxima de 500.

Ironicamente, a estatização da economia na atualidade do Brasil é criticada por setores de direita, que as vezes flertam com a volta do regime militar, e enaltecida pela esquerda que o demoniza.

EMPRESÁRIOS COBRAM

Muito concorrida reunião da regional da Facisc, que engloba as associações empresarias de Rio do Sul ao litoral, Acimvi e Acidi inclusas, aconteceu em Blumenau entre representantes das entidades e parlamentares federais e estaduais da região.

Senadores Paulo Bauer e Dalírio Beber e deputados federais Peninha e João Paulo Kleinubing e Estadual Jean Khulmann foram confrontados com a pauta de reinvindicações estabelecida pelas entidades representativas do empresariado, tendo a duplicação da BR 470 como seu item número 1 e que causa mais revolta e indignação.

Foi trazido representante do Ministério dos Transportes que apresentou o Plano de Concessão da rodovia.

Ou seja, governo joga a toalha e afirma que não tem dinheiro para conclui-la.

Perguntamos o que é feito com os mais de R$ 2 trilhões arrecadados anualmente em todos os níveis de administração, sendo que 60% desse valor é destinado a Brasília.

Foi dito que a questão previdenciária é um dos gargalos do orçamento, que consome a maior parte dele, não sobrando nada para investimento.

Porém, questionamos como a Previdência não foi impedimento para a concessão de vantagens na ordem de R$ 10 bilhões à bancada ruralista na Câmara, por exemplo, em relação à débitos do agronegócio com o Funrural.

Também perguntamos como sobrou dinheiro para a construção de estádios caríssimos e superfaturados, como o Mané Garrincha em Brasília que custou mais do que o orçado para a duplicação da rodovia de Indaial à Navegantes.

Conclusão que se chega é de que não falta dinheiro, falta prioridade e honestidade na aplicação dos recursos.

DOUTOR "SOLARIS" CAUSA

Juiz Evandro Reimão dos Reis suspendeu concessão título de Doutor Honoris Causa ao ex-presidente Lula pela Universidade Federal do Recôncavo Baiano.

Reduto de esquerdistas, como todas as universidades federais, praticou desvio de finalidade, segundo o magistrado, por querer homenagear Lula que está em campanha antecipada à presidência.


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